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Na contramão

21 fev

Um texto que já me fez refletir bastante sobre a “sociedade e modismos”, sobre como as pessoas podem ser tão inuteis como fantoches.
Pessoas que não fazem o mínimo de esforço para se libertarem da corrente que as puxa, do sistema que as manipula.
E que nas últimas semanas, voltou a martelar novamente a minha mente.

Lado a lado seguímos sem nos conhecer
Papos superficiais, loucuras iguais, “como vai”?
Todos numa noite tão cheia
Mentes tão vazias, ligadas só no momento
Músicas, bebidas quentes ou não
Na coreografia imitada todos seguem a mesma canção
É tudo maravilhoso;

“Um cigarro, um trago, um gozo
Roupas da moda, vida copiada
Somos fortes e então nos tornamos fracos
Na apelação destes papos mórbidos
Propagandas que nos enchem os olhos
Enganam e nos conduzem à busca do prazer, do ser
Como eles mitos e deuses
E para quê?
Será que não percebem que é assim que eles nos querem
ver?
Jovens alienados ou comos “ratos de laboratório”
Todos iguaizinhos no mesmo ritual
Somos alvos de consumo deste sistema
Chega de enganação e se somos o “futuro da nação”
Vamos fazê-lo como deve ser
Vamos acabar com toda esta “droga excludente”
E grita pelo direito de ser diferente:
Jovens livres e cientes do que é viver!

Luzia Fagundos de Almeida
Ouro Preto do Oeste, RO
Contra-capa da revista Mundo Jovem de Agosto de 2000.

Vale a reflexão.

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Publicado por em 21/02/2010 em OFF-TOPIC

 

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